sexta-feira, 14 de março de 2014

Classe B é a que mais cresce em Rio Preto, indica Fundação Getúlio Vargas

A classe B é a que mais cresce em Rio Preto. A cidade já é considerada como de população média alta, dentro dos padrões nacionais. Tem poucos miseráveis e os remediados (classe D) também não são expressíveis enquanto número global.

É o que mostra pesquisa “Os Emergentes dos Emergentes”, divulgada na última semana pela Fundação Getúlio Vargas, com base em dados do Censo 2010.

De acordo com o levantamento, 10,99% da população ascendeu à classe B nos últimos dois anos. Por outro lado, no mesmo período, houve uma queda de 10,28% entre os integrantes da classe D.

É o que aconteceu com a família da bancária Andressa Maria Talharo Dagostino, 27, anos. Até 2008, ela trabalhava como contabilista em um escritório. O marido, Sávio, era professor de academia. Juntos, os dois tinham renda de R$ 1,5 mil por mês, o que os colocavam na classe C.
Andressa passou em concurso da Caixa Econômica Federal e Sávio mudou de ramo. Hoje, a renda do casal é de R$ 5,5 mil.

A vida mudou. Pensar duas vezes e fazer as contas para ver se poderia comprar uma roupa, reservar um final de semana do mês para ela e o marido irem a um bom restaurante, acabou...

http://web-srv04.redebomdia.com.br/n...getulio+vargas

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